terça-feira, 30 de setembro de 2008

50º capitulo

No dia seguinte, Sara estava de folga e decidiu ir para a praia.Quando lá chegou viu Bill sozinho e aproximou-se.
Sara: olá.
Bill: olá – disse a sorrir.
Sara: posso ficar aqui ai pé de ti?
Bill: claro.
Sara estendeu a sua toalha e sentou-se ao lado de Bill.Ficaram em silêncio por algum tempo.
Bill: Sara
Sara: sim? – disse virando a cara e olhando Bill.
Bill não disse mais nada. Aproximou-se rapidamente de Sara e beijou-a como se não houvesse amanhã.
Bill: não sei o que se passa comigo. Não me sais da cabeça. – disse baixinho junto ao ouvido dela. Sara: tu também não me sais da cabeça.
Voltaram a beijar-se.
Bill: Sara…queres namorar comigo?
Sara: Sim :)
Bill: Amo-te
Sara: Também te amo Bill.

Passou-se uma semana, e nós voltamos a casa.Quando chegamos arrumamos as nossas coisas no quarto e fomos para a praia. Eu já estava a morrer de saudades da “minha praia” :p
Quando chegamos ficamos espantados ao ver o Bill e a Sara aos beijos na toalha.
Eu: hey, mas que poucas vergonhas são estas aqui?
Eles pararam, olharam para nós e levantaram-se rapidamente para nos abraçar.
Sara: estava a morrer de saudades tuas.
Eu: e eu tuas.
Bill: e eu?
Eu: também estava a morrer de saudades tuas Bill. – abracei-me a ele.
Bill: Então e que tal de viagem?
Tom: foi boa. E por aqui? Estou a ver que há novidades..
Bill: sim – disse pondo o braço por cima do ombro de Sara.
Sara: nós namoramos. :p
Eu: eu sabia que isso já não ia demorar muito. :D
Parabéns!!!
Sara/Bill: Obrigada
Tom: Ah maninho, assim é que é.. – disse dando-lhe um abraço.
Eu e a Sara rimo-nos.

O tempo passou. Eles continuavam cá connosco e estávamos todos muito felizes.
Certo dia, estava sozinha em casa com o Tom e decidi que era a altura ideal para lhe contar. Fui ter com ele, que estava na sala a ver T.V., peguei no comando e desliguei-a.
Tom: hey babe, eu estava a ver…
Eu: preciso falar contigo.
Tom: diz.
Sentei-me ao seu colo, de frente para ele, e coloquei a sua mão direita sob a minha barriga.
Eu: Tom Kaulitz, vais ser pai. – disse a sorrir.
Ele esboçou um sorriso e ficou em silêncio. Olhou a minha barriga, e depois fixou o olhar no meu. Momentos depois, pegou-me e deitou-me no sofá, deitando-se depois em cima de mim e beijou-me. Um beijo longo e muito intenso.
Quando os nossos lábios descolaram, ele voltou a olhar-me nos olhos e beijou-me a barriga.
Tom: fazes de mim o homem mais feliz deste mundo sabias? és a minha vida.
Eu: Amo-te tanto…
Tom: Vou ser pai..tu vais dar-me um bebé? Um filho? – disse com os olhos cheios de água.
Eu: sim amor, vamos ter um filho, ou filha..- sorri.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

49º capitulo

Mais um capitulo :)
Já está quase a acabar..:p

Minutos depois voltamos para a festa.
Partimos o bolo, e de seguida despedimo-nos de todos, pois iríamos partir nessa mesma noite para a nossa lua-de-mel. O destino escolhido foi Hawai.
Iríamos ficar lá uma semana.
Bill: Vou ter saudades vossas.
Eu: nós também Bill. – abraçamo-nos os três.
Sara: Su, traz-me um colar daqueles com aquelas florinhas, ok?
Eu: não me esqueço. – sorri enquanto a abraçava.
Passado um pouco partimos para a nossa merecida semana a sós. :p
Tom: nem acredito..uma semana sozinho contigo..
Eu: pois é..agora é que te vais fartar de mim num instante.
Tom: nunca. Nunca me vou fartar de ti meu amor. Estar sozinho contigo é tudo o que eu quero.. – fez aquele olhar e aquele sorriso maroto.
Eu: Tommy Tommy..poupa-me a essas perversidades.
Tom: ok, eu espero até chegarmos ao hotel. :p
Ri-me.
Passamos uma semana maravilhosa. Aproveitamos ao máximo a companhia um do outro. Demos toda a atenção um ao outro. E passamos muito tempo na praia, piscina, e na cama. :p
Demos longos passeios ao fim da tarde pela praia e passamos também pelas lojas típicas, onde aproveitamos para comprar algumas lembranças
.Numa das noites, fomos á internet, ao site da revista a quem tínhamos dado o exclusivo do casamento, e lá estavam publicadas algumas das fotos que nos tinham tirado.

Enquanto isso, em Portugal,
Bill e Sara estavam na praia.
Bill: A que horas entras no bar?
Sara: as dez. Porque?
Bill: ahm, tu..ahm, Sara, queres jantar comigo? – disse um pouco a medo.
Sara: claro :)
Bill: já algum dia comeste pizza na praia?
Sara: não. Mas parece ser fixe.
Bill: então hoje vais experimentar. – sorriu.
Sara: ok.
As horas passaram-se e chegou a hora de jantar. Mandaram vir as pizzas e sentaram-se nas toalhas a comer.
Sara: deixa-me provar a tua.
Bill: toma – disse estendendo a fatia que tinha na mão na direcção da boca de Sara. – agora também quero provar a tua.
Sara: claro. – estendeu a sua fatia para Bill.
Enquanto ele trincava a sua fatia, ela não desviava o olhar dele. Já era noite, e a pouca luz que os iluminava fazia com que o olhar de Bill parecesse diferente, parecia mais brilhante.O olhar dele também se prendeu no dela, e ficaram assim por momentos.Sara tomou a iniciativa e aproximou-se lentamente dele, da boca dele.Quando os seus lábios estavam prestes a tocar os de Bill, fechou os olhos.
Bill sentia um formigueiro na barriga. Fechou também os olhos e deixou-se levar. Quando os seus lábios descolaram, sorriram timidamente um para o outro.
Bill acariciou a face de Sara e puxou-a para si, beijado-a novamente.
Sara: Bill… - disse baixinho
Bill: diz
Sara: Amo-te – disse olhando-o nos olhos e com algum receio. Quando viu um sorriso formar-se nos lábios de Bill, continuou – já te amo há algum tempo, mas nunca tive coragem…
Bill: shh, não digas mais nada.
Beijaram-se.
Ficaram ali algum tempo aos beijos.
Sara: Bill, desculpa, mas tenho de ir. Tenho de trabalhar.
Bill: ok. Eu vou contigo. – sorriu.
Enquanto Sara trabalhava, Bill esteve sempre sentado a um canto, ao balcão a observa-la.Por vezes trocavam olhares e sorriam um para o outro.

48º capitulo

Depois do almoço, atirei o boquet, e quem o apanhou foi a Sara. :)
Sorri-lhe.
Já no final da tarde, eu e o Tom fomos dar um passeio pela praia. Caminhávamos de mão dada, com os pés dentro de água. Já tinha o meu vestido um pouco molhado mas não me importava com isso. Estava feliz demais.
O Tom pegava-me ao colo, andava comigo á roda…Sentamo-nos um pouco a ver o por do sol.
Tom: estás feliz? – disse olhando nos meus olhos.
Eu: muito. E tu?
Tom: eu sou o Homem mais feliz deste mundo. – sorriu.
Beijamo-nos.

Entretanto, no jardim, a Sara sentou-se ao lado do Bill.
Sara: olá. Então como está o padrinho mais giro do mundo? (ok, acho que ela já tinha bebido um copito a mais) :p
Bill: Bem. E a madrinha mais gira? – disse a sorrir.
Sara: estou óptima. A cerimonia foi linda não foi? E esta festa está perfeita….é a cara deles.
Bill: espero que eles sejam muito felizes.
Sara: e vão ser. Eles merecem :)
Bill: pelo menos eles… - disse baixando o olhar.
Sara: porque dizes isso?
Bill: só eu não tenho sorte nenhuma com as mulheres…nunca vou ter um dia destes..
Sara: não digas isso. Sabes que há uma mulher algures destinada a ti. Todos temos alguém, algures. Só temos de o encontrar.
Bill: pois, mas eu não sei se vou conseguir encontra-la. Todos se aproximam de mim por interesse.
Sara: nem todos. Eu por exemplo, gosto de ti por seres como és, e não por seres quem és. E tu já me conheces bem, sabes isso não sabes?
Bill: sim. - sorriu-lhe.
Sara: não fiques assim – disse acariciando-lhe a face – hoje é o dia mais feliz da vida do teu irmão e da tua melhor amiga. Eles não te querem ver assim, com essa carinha.
Bill: tens razão. E obrigada por me ouvires.
Sara: não tens de agradecer. – beijou-lhe a face demoradamente.
Bill ficou um pouco atrapalhado e sorriu-lhe.
Sara: vamos dançar?
Bill: ok. - Sara puxou-lhe a mão.
Estavam a tocar uma música calma. Sara colocou as suas mãos á volta do pescoço de Bill e ele colocou as suas na cintura de Sara. Sara estava muito feliz. Há muito tempo que gostava de Bill e queria senti-lo perto dela.Bill estava diferente. Parecia já ter esquecido a Jéssica e tudo o que aconteceu. Sentia-se bem junto de Sara. Já a conhecia há algum tempo e via nela uma grande amiga. Ou algo mais, quem sabe.Bill interrompeu a dança e olhou-a nos olhos. Acariciou-lhe a face com o seu nariz e deu-lhe um beijo na bochecha. Depois voltou a abraça-la e continuaram a dançar. Sara sorria, abraçada a Bill. Apertou-o um pouco mais e ele imitou-a.

Entretanto, eu e o Tom, estávamos deitados na areia a contemplar-nos um ao outro.
Eu: amo-te – disse acariciando-lhe as suas rastas junto á testa.
Tom: Também te amo minha rainha.
Sorri.
Eu: és tão querido. Nunca pensei poder vir a ser tão feliz um dia, com sou hoje, aqui, contigo.
Tom: tu mereces tudo amor. Prometo que esta felicidade nunca vai acabar. Vamos ficar juntos e ser felizes para sempre. Sim?
Eu: sim. – sorrimos e beijamo-nos apaixonadamente.

sábado, 27 de setembro de 2008

47º capitulo

Tom: ai achas bem é?? – começou a fazer-me cócegas.
Eu: acho – dizia enquanto me ria.
Ele parou.
Tom: quero-te só para mim, para sempre.
Eu: eu sou só tua amor, para sempre. – sorri.
Beijamo-nos apaixonadamente.A mão dele deslizava pelas minhas costas dentro do top, enquanto que a minha passeava sobre o seu peito.Despimo-nos muito lentamente enquanto nos beijávamos. Beijei-lhe todo o corpo. Ele dava pequenos gemidos. Depois trocamos posições e foi a vez dele de me fazer delirar. Já estávamos loucos. Fizemos amor. Aquele amor, que só nos conhecíamos. Que só nós sabíamos como era.
Depois fomos para a banheira e tomamos um banho de espuma bem demorado. Era o dia do nosso casamento. Nós merecíamos. Hoje, merecíamos tudo. :)
Dentro da banheira, deitei as minhas costas no peito dele. Ele tinha as suas mãos pousadas na minha barriga e acariciava-ma.Ficamos lá algum tempo a namorar. Quando saímos, eu limpei o seu corpo com a toalha e depois limpou ele o meu. Estávamos a aproveitar cada segundo juntos. Tínhamos passado tantos meses longe. Praticamente não nos víamos. Agora íamos casar..iamos ser um do outro para sempre. Ele limpava cada milímetro do meu corpo com toda a calma do mundo, ao mesmo tempo que me ia dando beijinhos na face, pescoço, ombros…
Depois vestimo-nos e descemos juntos para tomar o pequeno-almoço.
Tínhamos já a família toda á mesa.
Eu/Tom: Bom dia.
Hanne: Bom dia meninos.
Todos: Bom dia.
Rafael: então mas isto é assim? Eu sempre ouvi dizer que no dia do casamento os noivos só se viam no “altar”.
Eu: pois, mas nós somos diferentes.
Tom: Sim – disse abraçando-me a cintura por trás – nós não nos queremos separar nem um segundo. – deu-me um beijo na face.
Simone: Vá venha comer.
Sentamo-nos á mesa, tomamos o pequeno-almoço.
Hanne: Bem está na hora de nos irmos vestir – disse para mim.
Eu: Sim. – dei um beijo ao Tom e subi com a minha mãe e com a Simone.
Elas iam ajudar-me com o vestido e tudo o resto.

Algum tempo depois estava pronta. O Bill veio avisar-nos que o Tom já estava pronto e que iam andando para a praia.
Simone: ok. Nós também já não demoramos muito.

Na praia já estavam todos os nossos convidados espalhados pelas cadeiras em frente á pequena mesa que se encontrava num pequeno altarzinho. A senhora do registo civil já tinha chegado também. Não íamos casar pela igreja. Nem eu nem o Tom éramos muito religiosos. Por isso, não fazia sentido nenhum para nós estar ali em frente a um padre..
O Tom chegara e dirigiu-se ao pequeno altar, onde ficou á minha espera.Os outros rapazes ficaram ao lado dele.
Chegou a minha hora, de me dirigir áquele sítio onde me iria tornar mulher do Tom.
Fui com o meu pai. Parei no inicio da passadeira branca que passava por entre as cadeiras. Olhei para o Tom.Via que ele me olhava e sorria. Sorri-lhe também.
Ele estava vestido de uma maneira…tinha uns calções brancos lisos, 1 camisa também branca, com os primeiros botões desabotoados, um boné também branco e umas sapatilhas. Todo de branco…estava tão lindo *.*
Eu também estava de branco. O meu vestido era super simples, liso, cai-cai, e ficava-me um pouco por baixo dos joelhos. Era justo até á cintura, onde tinha um laço, e depois nas ancas alargava um pouco. Usava uns sapatos também brancos com um pouco de salto. E no cabelo tinha uma espécie de coroa de flores brancas que me caia para trás do cabelo, por entre as minhas ondulações. O boquet era também constituído por rosas brancas e alguma verdura.
Digamos que estávamos simples, mas lindos ^^
Caminhei na sua direcção. Durante todo o percurso olhávamo-nos e sorriamos um para o outro. Quando chegamos, o meu pai pousou a minha mão na do Tom.Ficamos de mão dada durante toda a cerimónia.Os padrinhos estavam ao nosso lado. Os meus eram o meu irmão e a Sara. Da parte do Tom, era o seu irmão, claro, e uma prima, a Helene.
Quando acabou, fomos todos para minha casa. No jardim, em volta da piscina tinha sido montado o cenário do copo de água.Todos se estavam a divertir muito. Tiramos muitas fotos. Os senhores da revista a quem demos o exclusivo eram muito simpáticos, e tiramos muitas fotos para eles. No fim pedimos que depois nos fossem enviadas umas cópias das fotos.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

46º capitulo

No dia seguinte, como todos esperavam, as capas das principais revistas eram sobre “Tom Kaulitz tem namorada”
Ficamos felizes por saber que todos ficaram com uma boa opinião sobre mim. :)
A reacção das fans, bem, umas reagiram bem, aceitaram..outras fizeram escândalos. Mas eu não me importei. Sinceramente estava á espera de bem pior.
Fiquei ainda algum tempo com eles na Alemanha, para além da 2º semana no Tourbus. Depois voltei para Portugal.
Passaram-se meses e o dia do nosso casamento estava a chegar. Falava todos os dias com o Tom. Íamos combinando as coisas e sempre que dava ele vinha ter comigo. Estava tudo tratado.
Uma semana antes, eles vieram para minha casa.
Tom: está quase amor!! – disse a sorrir com a sua cara junto á minha.
Eu: sim. – sorri e beijei-o.
Tom: estou desejoso de te ver vestida de noiva. :p
Eu: pois..:p
Os outros chegaram e sentaram-se junto a nós nos sofás da sala.
Bill: então já está tudo tratado? Se precisarem de ajuda para alguma coisa digam. É na boa.
Eu: não Bill. Já está tudo tratado. Mas obrigada na mesma. :)
Tom: quer dizer..falta uma coisa. – olhou para mim.
Eu: o quê?
Tom: amor – disse levantando-se do sofá para poder falar comigo de frente – como vai ser com a imprensa? – disse um pouco a medo e acabou por se sentar no sofá á minha frente.
Eu: Tom..nós já tínhamos falado sobre isso..
Tom: eu sei..mas..ok, esquece. – baixou o olhar.
Os outros olhavam-nos. Por momentos estivemos todos em silêncio, até que eu o quebrei.
Eu: e se..déssemos um exclusivo? – disse olhando para o Tom.
O Bill olhou para mim, acenou com a cabeça e sorriu.
O Tom olhou-me com uma expressão séria. Manteve-se assim por momentos.
Tom: como é possível?? – disse olhando em volta para os outros.
Eu sinceramente já estava a ficar um pouco assustada. Pensei que ele ia gostar da ideia, mas estava com uma cara séria..
Eu: como é possível o quê? – o Tom aproximou-se de mim.
Tom: tu seres tão perfeita..- disse ainda sério e depois beijou-me.
Um beijo super apaixonado e longo ali em frente a todos os outros.
Os outros apenas sorriam.
Quando o beijo terminou,
Tom: Obrigada.
Eu: eu sei que é importante para vocês, enquanto banda que nada disto seja privado. – disse a sorrir. Acarinhei-lhe a face.
Bill: pois, e depois há sempre os paparazzis..
Eu: pois..
Agora só falta decidir qual a revista a quem vamos dar o exclusivo.
Tom: sim. Ahm, uma revista portuguesa ou alemã?
Eu: alemã.
Tom: ok.
Depois de alguma conversa lá nos decidimos por uma revista. O Tom ligou ao David e ele ficou de contactar a revista e tratar de tudo.

No dia anterior ao do casamento, fui com a Hanne buscar o vestido de noiva, enquanto os gémeos foram ao aeroporto buscar os pais e alguns outros familiares que também vinham ao casamento.
No dia seguinte, quando acordei, o Tom olhava para mim.
Eu: bom dia.
Tom: Bom dia amor.Olhamo-nos.
Tom: daqui a poucas horas serás oficialmente a minha mulher. – disse a sorrir e beijou-me a mão logo de seguida.
Eu: e tu meu marido. – sorri - Aii, é tão estranho dizer isto.
Quem diria que íamos ficar juntos, e ainda por cima casar..? Ele sorriu.
Tom: pois a vida dá muitas voltas..
Eu: e o melhor, quem diria que tu ias assentar…- ri-me.
Tom: vês o que eu faço por ti?
Eu: acho bem. Porque se eu sei que te portas mal peço o divórcio.
Tom: não vais nada pedir o divórcio. Sabes porque?
Fiz que não com a cabeça.
Tom: porque eu nunca vou fazer nada que te magoe. Vou ser um marido exemplar. :)
Eu: uhm..acho bem. – beijamo-nos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

45º capitulo

No dia seguinte, ficamos o tempo todo em casa e quase ao fim da tarde apareceu uma amiga da Simone que tinha um centro de estética. Ela era cabeleireira e trouxera consigo uma outra rapariga que era maquilhadora.
Simone: vamos para o quarto – disse puxando-me pela mão.
Tom: eu quero ver.
Simone: Não queres nada. Vocês ficam ai. – e entramos no quarto.
Sentaram-me numa cadeira em frente a um espelho que lá havia. Depois de me pentearem e maquilharem, só faltava vestir o vestido.
Quando fiquei pronta olhei-me ao espelho alto, preso na parede.
Sentia-me uma princesa. :)
Simone: oh meu deus, estás tão linda.
Ok, eu estava assim muito orgulhosa de mim própria, não vou mentir. :p
Bateram á porta,
Simone: quem é? – abrindo um pouco da porta.
Bill: Sou eu. Mãe deixa-me ver. Please.
A Simone olhou para mim. Eu acenei com a cabeça.
Simone: ok. Vá entra lá.
Bill: Su? OMG, tu..tu..tu estás linda…
Eu: Obrigada
Olhei novamente para a minha imagem no espelho.
Tinha um vestido preto, pelo joelho, atado ao pescoço. O cabelo estava apanhado de uma forma bastante simples, assim como a maquilhagem.
Bill: bem, está na hora. Vamos?
Eu: ahm, sim. – sorri. Estava a ficar nervosa.
Saímos do quarto.Assim que entrei na sala, o Tom olhou-me e sorriu.
Tom: Amor, estás…perfeita – disse sorrindo e beijando-me.
Eu: Obrigada.- sorri.
Ele olhou-me. Passou a sua mão na minha face.
Tom: estás bem?
Eu: estou um pouco nervosa..
Tom: vai correr tudo bem. Eu estou aqui. – beijou-me levemente os lábios. – vamos?
Eu: sim.
Lá fora uma limusina esperava-nos.
O Tom reparou na cara de espanto que fiz assim que vi a limusina. Olhou-me e sorriu.
A caminho, eles iam conversando e eu não abria a boca.
Tom: não dizes nada?
Eu: Tom, eu..eu não sei se consigo. – estava muito nervosa.
Tom: tem calma. Vai passar num instante, vais ver. – disse apertando-me a mão com mais força.
Bill: sim. Vai ser rápido. Quando chegarmos vamos tirar algumas fotos de grupo. Depois tiram umas só a ti e ao Tom.
Tom: sim, e se perguntarem alguma coisa, não te preocupes que eu respondo.
Eu: ok :)

E assim foi, quando chegamos, os seguranças abriram-nos as portas. Percorremos o tapete vermelho até á zona de entrada onde estavam os fotógrafos.O Tom esteve sempre de mão dada comigo.
Foi um choque para alguns ver uma rapariga com os Tokio Hotel, ainda por cima de mão dada com o Tom.
Quando chegamos para as fotos, eu fiquei um pouco de lado para eles tirarem as fotos.
Depois todos saíram excepto o Tom. O David fez sinal para que eu me aproximasse e tirei umas fotos com o Tom.
Ninguém perguntou nada. Estava na cara que éramos namorados.
Tudo correu na perfeição.
E os Tokio Hotel ganharam todos os prémios para os quais estavam nomeados.
No final, voltamos para casa.
Tom: vês, correu tudo bem.
Eu: sim. :) obrigada por teres ficado sempre a meu lado.
Tom: Não precisas agradecer por nada amor – beijou-me.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

44º capitulo

mais 1 capitulo :P

Eu: o quê?
Tom: Su, - disse aproximando-se mais de mim – eu não quero esconder-te. Tu vais ser minha mulher..minha mulher – dizia a sorrir de tanta felicidade. – quero mostrar-te ao mundo, quero que todos saibam que eu tenho a mulher mais linda do mundo. Quero apresentar-te á imprensa. Quero..
Eu: Tom…- disse interrompendo-o - tu sabes o que eu penso de tudo isso. Sabes que nunca quis entrar nesse mundo das revistas. Eu posso ser tua namorada, a namorada do famoso Tom Kaulitz, mas isso de aparecer nas revistas não faz o meu género. Tu sabes que eu não gosto, e não quero…
Tom: Mas amor, vão acabar por descobrir e vais aparecer na mesma nas revistas..
Bill: Ele tem razão Su, a imprensa vai descobrir, mais cedo ou mais tarde, e vai publicar coisas sobre vocês.
Eu: Pois…vocês tem razão..
Tom. E então aceitas?
Eu: ok.
Não se falou mais no assunto. Até porque eles sabiam que eu não gostava. Eu não queria aparecer em nenhuma revista, não me queria expor. O Tom prometeu-me que seria apenas uma simples apresentação e mais nada. E que me iria sempre proteger desse mundo, ás vezes muito maldoso das revistas, jornalistas, etc etc

Eles partiram em tour. Ás vezes, quando estavam por perto, vinham visitar-me, outras vezes eu ia ter com eles onde eles estavam. Falávamos todos os dias por telefone.
Eu e o Tom estávamos cada vez mais felizes e só falávamos no casamento. Já ninguém nos conseguia suportar. :p
Uns meses depois fui passar 2 semanas com eles no Tourbus. Eles lá me convenceram.
Conheci toda a equipa, eram todos muito simpáticos e trataram-me super bem.
No fim da 1º semana, eles iam ter uma entrega de prémios na Alemanha.
Tom: é esta a nossa oportunidade. – disse voltando a falar naquele assunto. – vens connosco á entrega de prémios. Sim? – dizia feliz.
Eu: achas mesmo? Mas vai lá estar muita gente e eu…- eu já estava a stressar.
Tom: Shh, calma. Eu vou estar sempre coladinho a ti. Não te vou deixar sozinha nem um segundo. – sorriu enquanto me acarinhava.
Eu: ok. – sorri.
Como tinham 2 dias livres, fomos para casa deles em Hamburg. A Simone apareceu para ver os filhos e acabou por ficar por lá connosco.
No dia seguinte fomos as duas às compras. Ela ia ajudar-me a escolher uma roupa para vestir na noite seguinte.Como ela conhecia aquilo e sabia onde estavam as lojas que procurávamos fomos logo directas ao local. Se tivesse ido sozinha, tinha-me perdido de certeza. :p

Simone: nesta vamos encontrar algo de certeza. – disse apontando para uma loja.Entramos.
A loja era enorme, e tinha roupa tanto para homem como para mulher. Ao fundo da loja era a secção de roupa de gala.
Não queria ir muito produzida. Nada que desse muito nas vistas. Depois de experimentar vários vestidos de várias cores, e de ouvir vários sins, nãos, e talvez, da Simone, sai do provador com mais um vestido. Aquele que tinha gostado mais até agora.
Assim que me viu a Simone levantou-se do banco e veio na minha direcção,
Simone: oh minha querida. Estás tão linda. Sim, sim, este é perfeito!! – os olhos dela parece que brilhavam.
Eu: eu também gosto muito deste. É bonito, discreto. É simples, mesmo como eu queria.
Simone: Sim. E ficas tão linda nele. O meu filho vai adorar. – disse sorrindo-me.
Eu: Sim. Espero que sim. – olhei para baixo, para mim própria. – está decidido. Levo este.
Acabei por comprar ali também os sapatos.
Estava muito feliz com a minha roupa. Ia estar bonita e simples, e era isso mesmo que eu queria.
Quando cheguei a casa, o Tom quis logo cuscar a roupa que eu tinha comprado.
Eu: Não. É surpresa. Logo vês amanha. – mostrei-lhe a língua.
Tom: oh..mas eu não aguento até amanha..
Eu: aguentas sim. – dei-lhe um beijo rápido e fui por os sacos no quarto.

43º capitulo

Eu continuava encostada á parede, com as pernas á volta da sua cintura.
Ele abraçava o meu corpo com os seus braços. Bem devagar e sempre a beijamo-nos, ele penetrou-me. Soltamos pequenos gemidos. Faze-lo dentro de água dava uma sensação indescritível. Foi perfeito, como de todas as outras vezes.
O Tom era lindo, e preocupava-se sempre com o meu bem-estar.
Quando atingimos o auge ficamos abraçados por momentos até a nossa respiração normalizar um pouco.
Tom: Amo-te – segredou-me ao ouvido.
Eu: és meu – segredei-lhe também.
Tom: sempre. – respondeu.

Saímos da piscina, enrolamo-nos nas toalhas e subimos para o quarto. A meio caminho ele pegou-me ao colo, e quando chegamos ao quarto, deitou-me na cama. Deitou-se em cima de mim. Beijou-me.
Tom: casa comigo. – disse olhando-me nos olhos.
Eu: o quê? – não estava a acreditar naquilo que estava a ouvir.
Tom: casa comigo. – repetiu e beijou-me levemente os lábios.
Eu: Tom..eu…- não estava nada á espera daquilo.
Tom: Diz que sim. – sorriu. E fez aquele sorriso mais doce e mais lindo que só ele sabe fazer.
Eu: sim, mas..- ele interrompeu-me com o beijo mais intenso e mais apaixonado que alguma vez me tinha dado.
Tom: quero-te para sempre a meu lado.
Eu: mas Tom, não achas que ainda somos muito novos?
Tom: O que é que isso interessa? Se nós nos amamos, se queremos estar juntos, que interessa o resto? – disse com um sorriso.
Eu: amo-te. – sorri.
Ficamos por segundos a olharmo-nos nos olhos. Conseguíamos tocar a alma do outro. Amávamo-nos verdadeiramente. O que sentíamos quando estávamos os dois sozinhos naquele quarto, no silêncio da noite, apenas ouvindo as ondas lá fora, quando nos olhávamos olhos nos olhos, era inexplicável. Não precisávamos de palavras. O nosso olhar dizia tudo o que havia para dizer, para demonstrar. Ele estendeu-me a sua mão e puxou-me para si. Sentei-me no seu colo. Beijamo-nos.
Deitamo-nos, e adormecemos bem agarradinhos.
Na manha seguinte, não sei porque, acordamos bastante cedo. Decidimos ficar na cama mais um pouco.
Tom: onde queres casar? – disse voltando àquele assunto.
Eu: eu sempre quis casar na praia. Que achas?
Tom: adoro a ideia. – disse a sorrir.
Estávamos os dois deitados de lado, virados para o outro.Ficamos mais um pouco a falar sobre o assunto. Estávamos tão felizes. *.*
Algum tempo depois descemos para tomar o pequeno-almoço. Demos a novidade aos outros. Ficaram todos de boca aberta a olhar para nós.
Gustav: Vocês estão a gozar com a nossa cara certo??
Bill: Não estão não…- disse enquanto olhava para Tom. Ele percebia pela cara do irmão que ele estava a falar a sério. Conhecia-o melhor que ninguém.
Parabéns! – abraçou-se a nós os dois ao mesmo tempo.
Eu /Tom: Obrigada :)
Georg: Oh meu deus..vocês são as pessoas mais malucas que eu já conheci. – piscou-nos o olho e abraçou-nos. – Parabéns!!
Mais uns abraços, beijinhos e parabéns..:p

Mais tarde contamos aos nossos pais. No inicio ficaram todos a pensar que estávamos a brincar, depois quando perceberam que estávamos a falar a serio, ficaram um pouco de boca aberta. Não estavam nada á espera daquilo. Éramos tão novos..
Depois toda a gente lá se mentalizou que era isto que queríamos e ficaram muito felizes por nós. Combinamos que queríamos uma coisa simples, sem muita gente e que seria dali a 1 ano. Íamos esperar um ano porque eles iam agora entrar em tour e achamos que a altura ideal seria quando a terminassem.
Tom: Mas agora, falta uma coisa muito importante e pela qual já esperei demais. – disse olhando para mim.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

42º capitulo

bem, hoje, deixo-vos 3 capitulos para compensar :P
até porque amanha de manha vou sair e só volto no domingo.
por isso até lá não ha fic.
espero k gostem e comentem :)
quero saber a vossa opinião :D


Eu aproximei-me e abracei-me a eles. Os outros fizeram o mesmo e demos um abraço em conjunto.
Georg: estamos sempre aqui Bill, para tudo o que precisares.
Andreas: ya, podes contar sempre connosco.
Eu: vamos estar sempre ao teu lado. Sempre.
Bill: Obrigada. – disse a sorrir e com uma lágrima a cair.
Eu: vá e agora acalma-te. Vai tomar um banho e chega de lágrimas. Sim?
Bill: sim.
Tom: vá, eu ajudo-te. – levou o irmão para o quarto e ajudou-o visto que ele ainda estava um pouco com o efeito da droga. Quando se despacharam, voltaram para a sala.
Georg: ahh, já estás com melhor cara.
Andreas: sim. E agora é para esquecer de vez essa gaja, tas a ouvir? – disse pondo o braço por cima do ombro de Bill.
Bill: Sim…
Olhei para a Sara, que também estava presente, e vi que ela sorria. Ela reparou que eu a observava e sorriu-me. Eu sorri-lhe de volta. Percebia bem o que ela estava a sentir.

Eu: vamos para a praia?
Gustav: ya. Vamos.
Bill: eu não quero.
Tom: Ai queres queres..
Lá fomos nós, com o Bill de arrasto. Mas algum tempo depois ele já estava mais animado.
Ao final da tarde regressamos a casa.
Hanne: bem meninos, até amanha. – os meus pais iam jantar e dormir fora.
Eu: Até amanha. Divirtam-se.
Miguel: portem-se bem.
Tom: sempre :)

Depois do jantar ficamos todos na sala, a conversar e a ver filmes. Não estávamos com muita vontade de sair.
Mais tarde,
Gustav: bem, vou dormir. Tou com sono..
Georg: eu também vou.
Pouco depois o Andreas também subiu.
Eu: bem, restamos nós..que acham de irmos para a piscina?
Bill: agora?
Eu: sim. Que tem? Já fizemos a digestão..
Tom: pois..eu já comia era qualquer coisa. – disse passando a mão na barriga.
Bill: fogo, mas tu também estás sempre com fome..
Eu: olha eu vou. Se vocês não quiserem, vou eu sozinha. – mostrei-lhes a língua.
Bill: eu não vou. Vou dormir. Até amanha.
Sara: e eu vou embora. Ate amanha.
Eu: xau. Até amanha. – Acompanhei a Sara á porta.
E nós? – disse para o Tom – vamos?
Tom: Vamos.
Pegamos nas toalhas, demos as mãos, abrimos a porta janela da sala e dirigimo-nos para a piscina. Tiramos a roupa e mergulhamos. Quando vim á superfície, procurei o Tom. Aproximei-me dele e a abracei-o por trás, colocando-me às suas cavalitas.Ele agarrou-me, encostou-me á parede da piscina e beijou-me. Foi um beijo longo e molhado.Eu tinha as minhas pernas á volta da sua cintura enquanto as suas mãos percorriam todo o meu corpo. Quando os nossos lábios descolaram, ele olhou-me e sorriu.
Tom: és a mulher da minha vida.
Babei por completo.
Eu: e tu és o homem da minha vida Tom. Quero ficar contigo para sempre.
Tom: e eu contigo amor. Para sempre.
Coloquei a minha mão na sua nuca e puxei-o para mim. Beijei-o apaixonadamente. Durante o beijo, passava as minhas mãos e unhas pelas suas costas e que o deixava todo arrepiado. Dava-lhe pequenos beijos no pescoço, e passei a minha mão dentro dos seus calções.
Ele parou de me beijar.
Tom: Su..
Eu: shhh – puxei-o de novo para mim.
Tom: Mas..Su..aqui? – dizia entre beijos.
Eu: porque não?
Tom: e se aparece alguém?
Eu: não aparece ninguém. Já estão todos a dormir, e os meus pais vao dormir fora.
Ele fez aquele sorriso “Ai jajus” e beijou-me.
As nossas mãos percorriam o corpo do outro, os beijos eram intensos e molhados. Ele beijou-me o corpo todo, e desapertou-me o biquíni. Desapertei-lhe também os calções e puxei-os para baixo. Pegamos na roupa e colocamo-la para fora da piscina atrás de mim.

41º capitulo

Nos dias seguintes, o Bill andava muito em baixo. Era a primeira vez que se entregava assim a alguém sem a conhecer realmente. Tinha decidido arriscar e no fim foi traído. Sentia-se a pessoa mais estúpida á face da terra. Eu e os rapazes estávamos sempre a tentar animá-lo, mas ele não melhorava.
Um dia quando nos levantamos de manha, o Bill não estava em casa. Não soubemos nada dele durante todo o dia. Ele não estava na praia, nem no bar, nem em lado nenhum ali perto. Não atendia o telemóvel. Estávamos todos muito preocupados.
Ao fim da tarde estávamos em casa quando ele chegou. Vinha um pouco estranho, e recusava-se a tirar os óculos de sol.
Tom: Porque é que não tiras os óculos Bill?
Bill: cala-te. Não me chateis.
Tom: cala-te tu e tira os óculos se faz favor. – ele não tirou.
O Tom aproximou-se dele e tirou-lhe os óculos bruscamente.
Tom: não posso acreditar. – estava espantado a olhar para o irmão.
Georg: Bill, o que é que tu fizeste?
Andreas: o que é isso? Oh meu deus…
Tinha umas olheiras enormes, estava pálido..estava mesmo com ar de quem estava drogado.
O Bill sentou-se num sofá e enterrou a cabeça nas mãos um pouco acima dos joelhos. Começou a chorar.
Bill: eu fui para um lugar que não conhecia, um lugar esquisito. Queria estar sozinho. Longe de tudo. Apareceram uns homens e disseram que eu precisava de algo para me animar. Levaram-me com eles e…
Tom: mas tu és burro? Andaste a snifar?? Não sabias o que era? – disse revoltado.
Bill: eu não pensei porra!!
Tom: mas devias ter pensado. – eles já estavam aos gritos.
Eu estava no meu quarto e comecei a ouvir aquela gritaria toda lá em baixo. Corri para ver o que tinha acontecido.Quando cheguei vi que todos olhavam para o Bill e o Tom andava de um lado para o outro completamente descontrolado.
Eu: que se passa? Bill?
Ele escondeu a face nas mãos.
Eu: Bill??
Bill: vai-te embora Su. Não quero que me vejas assim.
Eu: não. Eu não vou embora. – sentei-me a seu lado e puxei-lhe as mãos. Olhei-o. – Bill, porque? Porque que fizeste isso??
Bill: eu..- encolheu os ombros. – não sei…- outra lágrima caiu-lhe. Limpei-a e abracei-o.
Tom: porque é um idiota. – disse chateado.
Bill: cala-te. Deixa-me em paz..
Eu: Tom..- levantei-me e dirigi-me a ele.Não achas que devias estar a apoia-lo em vez de o estares a deitar cada vez mais a baixo? Não achas que ele já está mal o suficiente? Olha para ele. – olhamos os dois para Bill. – ele precisa de ti, mais do que nunca, e tu só o estás a deitar abaixo. Tom: tens razão.- aproximou-se do irmão e abraçou-o.Desculpa, eu sou um estúpido. Desculpa ter-te falado assim. Eu só não quero que te aconteça nada de mal e tu..foste meter-te nisso…
Bill: não faz mal.
Tom: promete que nunca mais o fazes..
Bill: prometo.
Abraçaram-se de novo.

40º capitulo

Certo dia,
Bill: Esta noite não durmo em casa.
Tom: Ai não?
Bill: Não. Vou ficar com a Jéssica. – estava todo contentinho.
Bill: Xau – vinha para me dar um beijinho na cara como fazia muitas vezes antes de sair mas eu desviei-me. Ele olhou-me e saiu.
Tom: porque fizeste aquilo?
Eu: Não vou estar aqui toda contentinha quando o Bill vai passar a noite com aquela estúpida. Ela anda a faze-lo de parvo. E ele não vê.
Tom: pois..
Tocaram á campainha,
Eu: eu vou.
Era a Sara. A rapariga que contratamos para trabalhar no bar. Tinha-se tornado uma grande amiga. Era uma fixe. E humm, bem, estava caidinha pelo Bill.
Sara: boa noite.
Tom: Olá. Por aqui?
Eu: sim. Convidei-a para jantar. Depois vamos todos juntos para o bar.
Tom: ok.
Ao jantar a Sara perguntou pelo Bill visto que estava a estranhar a sua ausência.
Eu: ahm, o Bill saiu.
Sara: ah, ok.
Georg: sim, foi passar a noite com a namorada ou amiga colorida ou sei lá o que é aquilo.
Olhei para o Georg como quem diz: CALA-TE!!!
Georg: ups, acho que já falei demais…
A Sara ficou visivelmente muito triste. Ela era um pouco tímida em relação a estas coisas do amor e nunca teve coragem de se declarar ao Bill. Agora depois de o ver com a Jéssica perdeu toda a esperança. Para ela, Bill era inalcançável. Era um rapaz lindo, um sonho. Mas era famoso, e por isso ela achava que ele nunca se iria interessar por ela, uma rapariga comum.
Depois do jantar fomos para o bar, e nessa noite a Sara ficou a dormir lá em casa.
No outro dia acordamos por volta da hora do almoço. Tínhamos acabado de almoçar, estávamos todos na sala a conversar quando o Bill chega a casa.
Pela forma como ele bateu a porta vi logo que tinha acontecido alguma coisa. Levantei-me do sofá,
Eu: Bill..
Ele dirigiu-se a mim, abraçou-me e começou a chorar.Sentei-o no sofá e tirei-lhe os óculos de sol. Tinha os olhos inchados. Já tinha estado a chorar antes. O Tom veio sentar-se a nosso lado. O Bill voltou a abraçar-se a mim. Tinha a cabeça no meu ombro.
Bill: Su, tu tinhas razão..sempre tiveste. Perdoa-me. – dizia entre soluços.
Eu: mas o que aconteceu?
Bill: ela só queria ir para a cama comigo.. todo este tempo…ela enganou-me..como pude ser tão estúpido?
Eu: não és nada estúpido…
Bill: ela disse que já tinha o que queria. Que já tinha ido para a cama com o Bill Kaulitz.Eu: eu mato-a – disse entre dentes.
Bill: Perdoa-me –disse levantando-se do sofá e ajoelhando-se á minha frente. – perdoa-me por te ter tratado mal, por te ter ofendido, quando me tentavas chamar á atenção. Eu não queria acreditar. Eu estava cego, eu gostava dela..perdoa-me.. –as lágrimas corriam-lhe pela face.
Eu: Bill – disse limpando-lhe as lágrimas – eu não tenho nada para desculpar, porque eu não estou chateada contigo. Eu compreendo.
Bill: obrigada por seres assim…e por me avisares..
Eu: não tens de agradecer por nada. És o meu melhor amigo, lembras-te? Só quero o melhor para ti. Só quero que sejas feliz. – ele deu-me um beijo na face e voltou a sentar-se no sofá entre mim e o Tom.
Bill: Eu gostava dela..porque é que nunca acerto? Ah? Porque é que ninguém gosta de mim realmente? Porquê tanto interesse?
Eu: se calhar há pessoas que te amam verdadeiramente, e estão bem perto de ti. Tu é que não estás a olhar com atenção á tua volta. – olhei para a Sara mas ele não reparou.
Bill: que queres dizer com isso?
Eu: nada, nada. –sorri.

domingo, 14 de setembro de 2008

39º capitulo

Os nossos dias voltaram a ser como eram antigamente. Passávamos o tempo todo juntos, com os outros rapazes.
Eu e o Tom estávamos cada vez melhor. O Bill continuava com as suas fugas misteriosas á noite, até que um dia, estávamos no bar,
Bill: pessoal quero apresentar-vos a Jéssica.
Olá – dissemos todos.
Jessica: olá.
Tom: ah, agora estão explicadas as tuas saídas á noite.
Bill: sim. – disse sorrindo para a Jéssica.
Não sei porque mas não fui muito com a cara dela.

A partir daí o Bill não parava em casa um segundo. Estava sempre com a Jéssica.E quando estava em casa só falava nela.
Tom: Então não vais ter com a tua amiga?
Bill: não. Ela mandou-me sms a dizer que tinha de ir ao médico com a mãe.
Tom: ah ok. Olha eu e a Su vamos dar uma volta até á praia. Queres vir?
Bill: não. Vão vocês. Divirtam-se.
Tom: ok. Xau.
Eu: xau Bill.
Eu e o Tom íamos passeando pela calçada junto á praia.
Eu: amor, vamos sentar-nos um pouco aqui?
Tom: claro. – disse já se sentando no banco junto á areia.
Demos uns beijinhos e ficamos olhando o mar, as pessoas…e não queria acreditar no que estava a ver.
Eu: Hey, aquela ali não é a Jéssica?
Tom: Onde?
Eu: Ali – apontei.
Tom: Pois é..
Eu: Ai que… – cala-te Su. Não digas asneiras.
A Jéssica estava na praia aos beijos com outro rapaz.
Eu: aquilo é que é ir ao médico com a mãe??
Tom: é. Vamos embora. – disse chateado.
Voltamos para casa.
O Bill estava no sofá a ver T.V.
Eu: Bill, preciso falar contigo.
Bill: Diz. Que cara é essa? Que aconteceu? – disse preocupado.
Contei-lhe o que tinha visto. O Tom ficou em Silêncio.
Bill: O quê? Mas estás a inventar essas coisas para quê Su? Não me queres ver feliz? É isso? Qual é o teu problema?
Eu: Bill!! Mas tu tas parvo?? É exactamente por te querer ver feliz que te estou a contar isto. Ou achas que quero que andes ai a fazer figuras de parvo? – gritei.
Bill: Eu sei que tu nunca gostaste dela. Nunca te preocupaste em disfarçar isso minimamente, mas dai a me tentares separar dela…é demais não achas?
Eu: Bill, - respirei fundo. – Eu já te disse o que tinha a dizer. Queres acreditar acreditas, não queres, azar o teu. Sai da sala.
Ele não acreditou em mim. Mas eu não fiquei chateada com ele. Ele está apaixonado, e como as pessoas dizem, o amor é cego. Não consegui ainda perceber se ele não vê ou se não quer ver as coisas que estão mesmo debaixo do seu nariz. Ela dá-lhe sempre a volta com uma facilidade…Realmente, o amor deixa as pessoas mesmo muito estúpidas – pensei.
Um dia ele vai perceber e vai ver que eu tinha razão..Ela nunca me enganou.
Desde o 1º dia vi logo que ela não era flor que se cheire.
Dias depois voltei a apanha-la com outro diferente. Ela nunca me via. Contei ao Bill apesar dele se chatear comigo. O Tom estava sempre comigo quando eu a via. Tinha sempre uma testemunha. Um dia deixei de contar as coisas ao Bill. Estava farta de o avisar e cada vez mais ele se chateava comigo.

sábado, 13 de setembro de 2008

38º capitulo

Tom: Achas que posso dormir contigo?
Eu: hum, não sei. – fiz cara séria.
Tom: Oh..deixa lá.. – ele já ia virar costas para ir para o quarto dele.
Eu: claro que podes!! – disse a sorrir.
Tom: ahhh, enganaste-me.
Eu ria-me.
Tom: por momentos pensei mesmo que não querias..
Eu: achas que sim? Tontinho!
Tom: não sei. depois de tudo, podias não querer..
Eu: mas quero..
Tom: não quero separar-me de ti nunca mais. – beijou-me.

Deitei-me no seu peito. Tinha tantas saudades de ficar assim até adormecer..
Ele afagava-me o cabelo. Adormecemos bem juntinhos, enroscados um no outro.

Na manha seguinte, quando acordei tinha o Tom a observar-me.
Tom: sabias que és linda? – disse beijando-me suavemente os lábios.
Eu: tu é que és lindo. – disse levantando o tronco e tapando o corpo com o lençol. Beijei-o na face.
Ele começou a beijar-me com mais intensidade.
Eu: queres festa tu!! – ele sorriu-me de 1 maneira..fui ao céu.
Voltou a beijar-me. As suas mãos percorriam todo o meu corpo. A nossa roupa depressa desapareceu e fizemos amor.
Tom: quero ficar assim para sempre – disse olhando-me, deitado em cima de mim.
Eu: Amo-te.

Levantei-me e fui tomar banho. Quando estava quase a sair da banheira,
Tom: posso entrar?
Eu: podes – sorri.
Estivemos ainda ali um bom bocado com a água a cair sobre os nossos corpos. Ele agarrava-me por trás, beijava-me o pescoço, acarinhava-me…beijava-me por entre a água que caia do chuveiro preso na parede..
Saímos. Limpamo-nos e cada um enrolou-se na sua toalha.
Quando ia a sair da casa de banho ele puxou-me para ele, sentou-me em cima do lavatório e começou a beijar-me, passando as mãos nas minhas ancas por debaixo da toalha. Beijava-me a face, a orelha, o pescoço, os ombros, o peito, de uma forma super apaixonada. Puxava-me o cabelo para cima..como eu adorava quando ele me agarrava o cabelo..
As nossas respirações já estavam ofegantes e os beijos não paravam. A toalha que tinha a volta do corpo já estava no chão. Empurrei-o para trás. Ele sentou-se no tampo da sanita. Soltei-lhe a toalha e sentei-me de frente para ele. Beijei-o novamente. Ele estava louco. Arrepiava-se a cada toque, a cada beijo na barriga e ombros. Eu sabia bem como o deixar doidinho.
Fizemo-lo outra vez.
Estávamos cansados. Eu ainda estava sentada no colo dele.
Tom: Tu matas-me!
Eu: não mato nada. – disse a sorrir.

Vestimo-nos e descemos. Toma-mos o pequeno-almoço todos juntos e depois fomos para a praia.
Eu estava mais feliz do que nunca. :)
De repente a minha mãe fez-me sinal para ir ter com ela, pois queria dizer-me qualquer coisa.
Quando estava a voltar para junto deles, fui abordada por um rapaz,
Rapaz: olha desculpa. Sabes dizer-me onde posso alugar um toldo? É que não estou a ver onde possa ser..
Eu: sim, é ali ao fundo naquela casinha de madeira – apontei.
Rapaz: Obrigada. – sorriu-me e eu sorri-lhe de volta.
O rapaz continuou o seu caminho e quando me ia voltar para continuar o meu, vi que o Tom vinha na minha direcção.
Tom: quem era aquele? O que é que ele queria?
Eu: Tom Kaulitz, tu estás com ciúmes? – estava surpreendida.
Tom: Claro que não. Mas o que é que ele queria afinal? Posso saber? – Fez uma cara de mau que só visto.
Ele só estava a pedir uma informação. E tu, és a coisa mais fofa deste mundo. – disse pondo os meus braços á volta do seu pescoço.
Ele estava sério. Estava mesmo cheio de ciúmes.
Eu: sabes que ficas ainda mais lindo quando estás com ciúmes?
Ele sorriu e beijou-me.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

37º capitulo

E para compensar a minha ausencia.hj mais 2 capitulos :)
espero k gostem ^^

beijinhos***



Na piscina,

Quando os nossos lábios descolaram,
Tom: Amo-te – disse sorrindo.
Eu: Também te amo. – sorri.
Ele abraçou-me com força.
Tom: prometo que não te vou voltar a desiludir.
Rocei o meu nariz no dele e beijei-o.
Saímos da piscina para secar, sempre bem juntinhos e aos beijos. Tínhamos de matar as saudades :p
Entretanto os outros apareceram.
Bill: Love is in the air!!! – catarolava.
Eu: parvo!
Tom: canta ai á vontade. Hoje não me irritas. – disse abraçando-me.
Bill: é tão bom ver-vos assim juntos, outra vez. – disse abraçando-nos aos dois ao mesmo tempo.
Georg: finalmente.
Gustav: ya. Estamos muito felizes por vocês.
Eu: Obrigada. :)

Eu e o Tom levamos o resto do tempo a trocar beijos, abraços, palavras carinhosas e carícias.
Á noite antes do jantar estava no quarto a acabar de me vestir quando o Tom aparece.
Tom: Posso entrar?
Eu: claro. – beijou-me.
Ficou a observar-me enquanto eu acabava de me despachar.
Eu: Tom, não olhes para mim assim.
Tom: porque?
Eu: porque sim.
Tom: mas eu tinha tantas saudades de olhar para ti. – disse agarrando-me e puxando-me para o seu colo.
Voltamos aos beijos :p
De repente ele parou, levantou-se e pôs-se de joelhos á minha frente.
Tom: queres namorar comigo? – disse tirando a anel que me tinha dado tempos atrás do bolso.
Eu: sim. – disse a sorrir.
Ele colocou-me o anel no dedo e beijou-me.
Tom: Desta vez vamos ficar juntos para sempre.
Eu: para sempre.
Tom: Não te quero perder.
Eu: nem eu te quero perder.
Abraçamo-nos e beijamo-nos.

Ouvimos alguém chamar para jantar e lá fomos.

Tom: aproveito que está aqui a família toda para anunciar que eu e a Su voltamos a namorar. – disse a sorrir abraçado a mim.
Rafael: weeeeeee!! E tudo fica bem quando acaba bem. :)
Georg: e depois do jantar vamos sair para comemorar!!!
Bill: Boraaaa

Jantamos e lá fomos para o bar.
Tom: já tinha saudades deste bar, desta praia.. – disse entrando no bar.
Eu: foi onde tudo começou.. – disse sorrindo.
Tom: Pois foi. – beijou-me a testa.

Dirigimo-nos ao balcão, pedimos as bebidas e fomo-nos sentar.
Pouco tempo depois o Bill desapareceu e só voltou a aparecer horas depois quando vínhamos embora.
Tom: onde é que o menino andou este tempo todo?
Bill: não tens nada a ver com isso.
Tom: Pois pois..

Quando chegamos a casa,
Tom: amor, achas que..- disse com um sorriso maroto.
Eu: que?? – eu sabia o que ele queria mas queria que ele dissesse.

36º capitulo

Tom: ontem á noite..depois dormiste melhor? – dizia atrapalhado – quero dizer, não tiveste mais pesadelos?
Eu vi que ele queria falar comigo, mas não sabia o que dizer.
Eu: não. Depois dormi bem. – sorri.
Tom: ainda bem.
Fez-se silêncio. Alguns segundos depois ele quebrou-o.
Tom: Su, posso fazer-te uma pergunta?
Eu: diz
Tom: Porque tentaste acabar com tudo??
Baixei o olhar.
Eu: porque estava farta de tudo, farta da minha vida.
Tom: Também por minha causa?
Eu: principalmente por tua causa Tom.
Tom: desculpa…- tinha os olhos cheios de água.
Eu: Não te preocupes. Já passou. – encolhi os ombros.
Tom: promete que não voltas a fazer isso. Promete que não voltas a fazer mal a ti própria.
Eu: Tom, eu..
Tom: por favor, promete-me.
Eu: Prometo.
Ele sorriu-me.
Tom: sabes, apesar de não estarmos juntos, é bom estar aqui. Pelo menos estou perto de ti.
Eu: Tom, pára com isso.
Tom: é verdade. Eu tinha tantas saudades tuas… - aproximou-se de mim e falava de uma forma super querida e meiga – tinha saudades de estar perto de ti, de olhar para ti..- aproximava-se cada vez mais e mais, bem devagarinho.Se tu soubesses o quanto eu sofro longe de ti, o quanto preciso de ti. Só te quero fazer feliz. Eu sou teu. Quero que sejas minha. Eu amo-te tanto tanto Su. – fez-se silencio.
Ele acariciou-me a face. Baixou a mão para o meu pescoço e deixando lá ficar a mão, continuou.
Tom: Volta. Volta para mim. – segredou-me ao ouvido. – não sei viver sem ti.
Beijou-me no canto da boca.
Tom: Su, quero que saibas que se me deres outra oportunidade eu nunca mais, mas nunca mais vou apanhar uma bebedeira. Isto é uma decisão que já tomei á algum tempo e não vou mudar de ideias. E saídas á noite, a partir de agora só contigo e é para ficar sempre pertinho de ti. De resto só se tiver de ir a alguma after party por causa da banda. Mas assim que der venho embora, e não vou beber álcool. Prometo.
Eu: Não precisas de prometer nada disso.
Tom: shh, eu quero prometer. E vou cumprir.
Aproximou a sua face da minha, bem devagar, enquanto me olhava nos olhos.Deixei que ele se aproximasse. Era o que eu mais queria, voltar a sentir o seu beijo. Quando os seus lábios tocaram os meus, foi como se tivesse esquecido tudo á minha volta. Foi um beijo bem longo, e muito intenso, onde depositamos todo o nosso amor e saudade.

Enquanto isso,
Gustav: vá vamos para a piscina.
Bill: Bora – disse já caminhando para a porta.
Assim que ia a sair pela porta em direcção á piscina, olhou para esta e viu que nos estávamos a beijar, parou imediatamente e fechou a porta.
Georg: então pá?
Bill: ahm, bem, nós ainda não vamos para a piscina. Vamos esperar mais um pouco.
Gustav: porque?
Bill: ahm, vê com os teus olhos – disse com um grande sorriso.
Georg: Humm, pois é melhor irmos mais daqui a pouco. - disse a rir-se.
Gustav: finalmente. Já não era sem tempo.
Bill: eu disse, eu disse!! Ela ia perdoa-lo!!! – estava radiante, aos pulinhos.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

35º capitulo

Os dias foram passando. Eu e o Tom não tínhamos grandes aproximações, mas havia muitas trocas de olhares e por vezes um ou outro sorriso tímido.
Tom: Su.. – disse aproximando-se de mim.
Olhei-o.
Tom: Dás-me um abraço? Quando chegamos abraçaste toda a gente, mas a mim não. Eu sei que te magoei, mas não queria que me afastasses de ti desta forma. – disse triste.
Abracei-o.
Senti ele apertar com força o meu corpo contra o dele. Sinceramente gostei de voltar a senti-lo ali bem juntinho a mim, sentir-me nos seus braços, sentir o seu calor, o seu cheiro, a sua respiração no meu pescoço... Apesar de tudo eu continuava a ama-lo.
Tom: tinha tantas saudades tuas… - disse baixinho.
Afastei-o e fui para o jardim.
Depois do jantar deitei-me no sofá a ver T.V com eles mas acabei por adormecer.Minutos depois o Tom sentou-se a meu lado a olhar-me, acarinhar-me. Beijou-me os pulsos ligados com todo o cuidado. O Bill reparou e fez sinal aos outros para olharem. Todos desviaram o olhar para mim e para o Tom.
O Tom apercebeu-se,
Tom: é a única maneira que tenho de estar perto dela, de tocar-lhe. – disse triste.
De repente eu comecei com mais um pesadelo. Desta vez era com o Tom. Mexia-me muito, Tom…não..não..Tom..tinha a respiração acelerada.
De repente acordei e sentei-me no sofá. Caíram-me algumas lágrimas. O Tom estava á minha frente.
Tom: Eu estou aqui, está tudo bem. – disse olhando-me carinhosamente.
Abracei-me a ele com toda a força.
Tom: calma. Foi só um pesadelo. Calma. Eu estou aqui.
Quando o larguei as nossas caras ficaram frente a frente. Olhamo-nos por alguns segundos. Ele começou a aproximar-se de mim para me beijar. Assim que ficou bem perto eu desviei a cara e voltei a abraça-lo.Ele pôs uma das mãos na minha cabeça e acarinhou-me.
Eu: vou para a minha cama. – disse saindo dos seus braços e levantando-me do sofá.
Quando desci na manha seguinte vi que eles dormiram todos na sala. Estavam todos a dormir ainda em cima uns dos outros.Sorri.Fui tomar o pequeno-almoço. Minutos depois apareceu o Gustav.
Eu: acordaste cedo.
Gustav. Oh. Tu sabes que eu nunca durmo muito.
Eu: ya. :)
Rafael: Bom dia!!
Gustav /eu: Bom dia.
Rafael: Bem, vou trabalhar – disse pegando num croissant e bebendo um pouco de café.
Eu: Bom trabalho.
Gustav: tchau.
Mais tarde os outros lá acordaram e foram comer qualquer coisa. Eu estava na piscina.
Tom: olá. Posso fazer-te companhia?
Eu: claro. – ele entrou na piscina e encostou-se á parede desta, a meu lado.

34º capitulo

Hoje 2 capitulos :P
gostava de pedir a todas as k visitam k deixassem 1 comentario. ok??
please :)


Dois dias depois num dos diários telefonemas do Bill, avisou-me que viriam no dia seguinte. Fiquei tão feliz. Tinha tantas saudades deles.
No dia seguinte lá estava eu á espera que eles chegassem. Tinha estado na sala a ver T.V, mas entretanto subi para o meu quarto, deixando o Rafael na sala com um amigo.
Eles chegaram. Depois dos cumprimentos ao meu irmão,
Bill: onde é que ela está?
Rafael: acho que foi para o quarto.
Bill: ok. Nós vamos subir, está bem?
Rafael: claro. Façam como se estivessem em vossa casa.
Eles subiram e levaram logo as suas malas para os quartos.
Bateram á porta do meu quarto.
Eu: entre.
Bill: podemos?
Eu: Bill…- gritei. – nem dei por vocês chegarem.. – abraçei-me a ele.
Os outros apareceram logo atrás dele e abraçamo-nos todos em conjunto, excepto o Tom que ficou á parte.
Eu: olá – disse para ele.
Tom: Olá.
Estivemos todos um pouco á conversa ali no meu quarto, e depois descemos para almoçar.
Íamos mandar vir umas Pizzas. O amigo do Rafael, o Tiago, ficou também para almoçar.

Tiago: podemos mandar vir destas - disse com o folheto da pizzaria em cima da mesa onde todos podíamos ver.
Eu: não. Essas não, o Tom não gos.. – não acabei a frase. – Apercebi-me a tempo mas toda a gente percebeu o que eu ia dizer. Era a força do hábito. Saiu-me espontaneamente.
O Tom não gostava de pizzas com pimento, e eram dessas que ele estava a sugerir encomendar.
Olhei para o Tom e ele sorriu-me. Desviei o olhar.
Depois de termos feito a encomenda, o Tom sentou-se a meu lado no chão.
Tom: ainda te lembras..- sorriu.
Eu: do quê?
Tom: daquilo que eu gosto, e do que não gosto..
Eu: pois, as coisas não se esquecem assim de um momento para o outro. - Aproveitei a deixa para ele perceber que para além de ainda me lembrar daquilo que ele gostava ou não, também ainda me lembrava daquilo que ele me tinha feito. E ele percebeu bem o que eu quis dizer.
Baixou o olhar.
Levantei-me e fui á cozinha buscar guardanapos. As Pizzas deviam estar mesmo a chegar e nós íamos comer ali mesmo na sala.
Assim que eu me ausentei, o Tom levantou-se do chão e sentou-se no sofá.
Tom: ela nunca me vai perdoar. – disse impaciente.
Bill: tem calma. Dá-lhe tempo, e espaço.
Suspirou.
Entretanto eu voltei e as pizzas chegaram.

Depois do almoço eu fui ao meu quarto buscar umas revistas para mostrar ao Bill e o Tom disse que ia para o quarto dele descansar.
Bill: não dou nem dois dias para eles voltarem. – disse para os outros.
Georg: ya. Eles amam-se.
Bill: ela vai perdoa-lo. Eu sei que vai. – disse a sorrir.

domingo, 7 de setembro de 2008

33º capitulo

Desculpem minhas queridas, por nao ter postado nos ultimos dias, mas na quinta feira fui para o Porto. Fui ver o redBull Air race e só voltei hoje..
mas já qui está 1 novo capitulo :P


Lá conseguiram acalmar o Tom. Desde que voltaram de Portugal o Tom não saia de casa. Ficava o tempo todo lá fechado. Os restantes membros dos Tokio Hotel deram uma conferência de imprensa onde disseram que se iam retirar mais um tempo, usando ainda a desculpa do rapto de Tom. Disseram que ele tivera uma recaída, e que não queria sair de casa.
Era a única forma de se afastarem sem ter de dizer o que realmente se passava.
O Tom levava a vida deitado ou a ver tv. Já nem sequer queria tocar guitarra, coisa que antes estava sempre a fazer. Só pensava em como tinha sido idiota, como tinha estragado tudo e agora que soube do que me tinha acontecido sentia-se culpado.
Sentia-se completamente perdido, sem rumo. Estava a ser desprezado pela pessoa que mais amava neste mundo, pela única rapariga que o fizera mudar. Precisava dela, de senti-la junto a ele. Percebeu durante este tempo que estava longe o quão importante ela era para ele, o quanto ela o mudara. Ele próprio nem se reconhecia, mas gostava do novo Tom, gostava de como se sentia. Pela 1º vez na vida sentia-se realmente feliz. Queria estar com aquela rapariga, a mesma rapariga. Não sentia necessidade de uma outra diferente. Ao contrário de toda a sua vida que nunca se quis prender, agora o que mais queria era que ela o prendesse para si e não mais o soltasse. Era esse o seu maior desejo naquele momento.
Mas ela não queria saber dele..e sem ela..nada mais importava.

Subiu ao seu quarto e pegou num frasco que tinha guardado na gaveta da mesa-de-cabeceira. Abriu-o e deitou para a mão mais de metade dos comprimidos. No momento em que estava a pô-los na boca, o Bill entrou.
Bill: Não – correu para ele. – o que é que tu estás a fazer? – disse enquanto lhe tirava ainda alguns comprimidos de dentro da boca.
Tom: Larga-me.
Bill: calma. – abraçou-o. – nunca mais faças isto Tom. Por favor. Nunca mais. Eu não te posso perder.
Tom: eu não aguento viver assim. Eu quero a Su. Eu não sei viver sem ela.
Bill: Eu sei.
Tom: E agora ela tentou acabar com tudo. Como vai ser se ela morrer? Como?
Bill: ela não vai morrer. Ela é forte. Nós sabemos isso.
Tom: se…eu não vou aguentar.
Bill: shhhh. Não digas isso. – abraçou-o mais uma vez.

Uma semana depois voltei para casa. Estava ainda um pouco fraca e tinha os braços ligados desde os cotovelos até aos pulsos. O médico recomendou repouso absoluto durante mais 1 semana. E pediu que me alimentasse decentemente.
Tinha toda a minha família e amigos a meu lado. Todos me visitavam, e mostravam o seu apoio.
Todos os dias falava com o Bill e por vezes também com os G’s e o Andreas. Eles deram-me muita força. Nunca mais falei com o Tom, mas o Bill mandava-me sempre beijinhos dele.
Ia recuperando aos poucos. Não cheguei a afundar-me numa depressão.
Os comprimidos davam-me sono e levava a maior parte dos meus dias a dormir.
1 mês depois, já me sentia bem melhor e já só tomava um comprimido para me ajudar a dormir á noite, porque tinha muitos pesadelos.
Já andava em pé, mas ainda não queria ir trabalhar.
O meu telemóvel tocou. No ecrã aparecia o nome Bill. Atendi.
- Bill..
- olá princesa. Como estás?
- melhor. E por ai? Como vão as coisas?
- mais ou menos. O normal, tu sabes. Ontem demos uma entrevista. A 1º em que o Tom participou desde que voltamos de Portugal.
- Como é que ele está?
- ah? Terei ouvido bem? Estás a perguntar pelo Tom? – estava surpreendido. Era a 1º vez que perguntava por ele.
- sim, qual é o mal?
- nenhum, nenhum. Ele está mais ou menos. Anda muito em baixo. Não quer sair de casa…só fala em ti..- suspirou.
- ok.
- bem, olha eu estava a ligar-te porque queria pedir-te uma coisa.
- sim, diz.
- bem, isto é um pouco difícil de pedir, mas..bem, nós os 4 e o Andreas queríamos sair daqui por uns tempos. Os jornalistas não nos largam. Ficam noite e dia aqui á porta de nossa casa. E o que eu te queria pedir é se podíamos ir para tua casa. Se tu não te importares claro. Eu depois vou ligar para os teus pais para lhes pedir, mas queria falar contigo primeiro, por causa do Tom.
- por mim é na boa.
- pois, é que nós não queríamos mesmo nada ir para um hotel. Não te importas mesmo?
- não. E depois sempre tenho companhia. Estou muito feliz por virem.
- pois, mas ainda tenho de falar com os teus pais.
- oh, eles não se vão importar nada. Eles mal estão em casa e depois vocês já cá estiveram e eles gostam muito de vocês.
- ok. Então olha nós vamos combinar tudo e depois logo te digo quando vamos ok?
- está bem.
- agora tenho de ir que o David chegou e temos de ir te com ele. Beijinhos.
- ok. beijinhos.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

32º capitulo

Algum tempo depois estavam todos sentados á mesa a tomar o pequeno-almoço.
Rafael: vou levar-lhe isto – disse deitando leite num copo.
Miguel: vê se a fazes beber isso tudo.
Assim que Rafael entrou no quarto, o copo caiu-lhe da mão. Esperava tudo menos aquilo que tinha diante dos seus olhos. Abriu a janela. E quando viu melhor todo aquele cenário, recuou alguns passos. As lágrimas caíam-lhe pela face.
Em cima da cama o meu corpo jazia imóvel. Os lençóis azul claro estavam manchados de sangue. Havia por baixo das minhas mãos poças de sangue, que nem o lençol tinha conseguido absorver. Ao lado, caída no chão estava a faca, também ela cheia de sangue.
Rafael: O que é que tu fizeste? Porque? – gritava.
Desceu as escadas a correr e chamou uma ambulância. Os meus pais correram para o meu quarto para saber o que tinha acontecido.
Miguel: Não. Não. – gritava tentando tocar-me, mas não conseguia. Aliás, ele sabia que não devia tocar-me.
Hanne: ela..- tentou sentir-me a pulsação, colocando os dedos no meu pescoço. – está viva. Mas muito fraca.
Rafael: a ambulância vem já ai. – disse entrando no quarto.
Fui levada para o hospital. Acordei e senti que estava a ser levada numa maca. Olhei para o tecto e só via lâmpadas atrás de lâmpadas. Aquilo estava a deixar-me enjoada. Estava tonta e não tinha força. Tinha perdido muito sangue. Estava fraca.
Levei várias transfusões de sangue. E ia ter de ficar internada 1 semana.
Na sala de espera, o telemóvel de Rafael começa a tocar. Era Bill.
Rafael: é o Bill.
Miguel: não vais atender? Ele vai acabar por saber…
Rafael: Tens razão.
- Tou?
- olá. Tudo bem?
- nem por isso.
- então?
- estou no hospital. A minha irmã…
- o que? A tua irmã está no hospital? Porque?
- ela..
- diz de uma vez. Estas a deixar-me preocupado.
- e é motivo para isso Bill.
- mas o que aconteceu?
- ela..ela cortou os pulsos.
- o que? Não posso acreditar. – o Bill estava passado. - mas já têm noticias? Como é que ela está?
- ela perdeu muito sangue. Teve de levar várias transfusões. Mas agora parece que já está estável.
- ao menos isso. Assim que souberes de mais alguma coisa liga-me logo ok? Não me deixes sem notícias.
- ok. Fica descansado. Xau
-xau. Abraço.

Assim que desligou o Bill tinha toda a gente á volta dele a perguntar o que tinha acontecido.
Tom: o que aconteceu? Fala!!! - estava impaciente.
Bill: a Su,..ela..- uma lágrima caiu-lhe.
Tom: a Su o quê? Desembucha.
Bill: Tom, a Su cortou os pulsos.
Georg: o quê?
Gustav: não pode ser..
Bill: Agora parece estar estável. Mas temeu-se o pior.
Tom: Tudo por minha culpa. – disse dando um pontapé numa mesa.
Bill: tem calma.
Natalie: isso é só para chamar a atenção. Coisas de menina mimada. – disse Natalie que também estava na sala.
Tom: tu nunca, mas nunca mais abras essa boca para falar da Su, estás a ouvir? – disse furioso agarrando-lhe a blusa e empurrando-a depois.
Georg: Calma Tom. Calma.- disse agarrando-o e afastando-o de Natalie.
Tom: desaparece daqui. – disse para Natalie.
Esta ia ripostar, mas Bill fez-lhe sinal para sair e ela acabou por obedecer.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

31º capitulo

Assim que fiquei sozinha, o meu mundo desmoronou-se. Agora sozinha tudo parecia ser mais difícil. Corri para o meu quarto e chorei até que adormeci de exaustão.
No dia seguinte não fui trabalhar. Não me consegui levantar. Ou melhor, não me queria levantar.
Rafael: Suzanne, por favor diz-me que não vai começar tudo outra vez. Por favor.
Eu: deixa-me em paz.
Passou uma semana. Continuava fechada no meu quarto. Voltei a emagrecer. Não comia quase nada. O Rafael falava todos os dias com o Bill. O Bill sabia de tudo o que estava a acontecer.
Miguel: vou chamar um médico. Isto não pode continuar.
O médico chegou. Pediu para o deixarem a sós comigo. Fez-me algumas perguntas às quais respondi com um sim, não, talvez, não sei…
Quando ele desceu,
Hanne: então Dr. como é que ela está?
Dr: ela está calma, mas não está nada bem. Lamento dizer isto, mas ela está com um inicio de depressão.
Hanne: depressão?
Dr: Exactamente. Tem aqui uns medicamentos que ela deverá tomar. – disse estendendo-lhe a receita.- volto dentro de uma semana para ver como ela está.
Miguel: Obrigada. Eu acompanho-o á porta.

A cada dia que passava sentia-me pior. Deixei de comer. Apenas bebia água e alguns sumos. Tudo o que comia deitava logo fora, como se o meu corpo estivesse a rejeitar a comida.
Os meus pais estavam a ficar loucos. Já não sabiam o que fazer. O médico também não podia ajudar muito mais.
Rafael: Suzanne, fala comigo. Precisas de desabafar. Precisas deitar para fora tudo o que tens ai preso. Sabes que podes confiar em mim, não sabes?
Eu: Eu sei. Eu confio em ti.
Rafael: então conta-me. Fala comigo.
Eu: eu não tenho nada para te contar. Tu sabes de tudo. Tu sabes o que aconteceu.
Rafael: sim sei. e..queres saber a minha opinião?
Eu: quero..
Rafael: eu acho que devias pensar melhor. O Tom ama-te. Eu sei disso. Cheguei a ter muitas conversas com ele. E sei que o que ele fez não foi por mal. Ele bebeu demais. Tu tens razão, ele podia ter evitado isso se não tivesse bebido, mas bebeu. Aconteceu. Ele nem sequer se lembra de estar com a tal rapariga.
E eu sei que tu também o amas. Não negues. Eu sei que continuas a ama-lo. Eu conheço-te bem demais. Sei que estás magoada, sei que precisas de tempo, mas que ainda o amas.
Eu: não te vou mentir. Eu amo o Tom. E acho que vou amá-lo para sempre. Ele é diferente de todos os rapazes que já conheci. Ele fazia-me bem. Mas foi ele que estragou tudo. Ele traiu-me. E traiu a minha confiança. E quem me diz que isto que aconteceu agora não podia vir a acontecer mais tarde?
Rafael: não. Não podes pensar assim.
Eu: eu já não sei nada. Por favor, deixa-me sozinha. Eu só quero estar sozinha.

Passaram-se duas semanas. Estava totalmente isolada do mundo. Não queria saber de nada nem de ninguém. Ficava quieta na minha cama, no meu quarto escuro. Não queria a janela aberta. E sempre que alguém entrava no quarto eu tratava logo de o expulsar.
Acordei, já estava quase a amanhecer. Estava sentada na cama. Tinha acabado de ter um pesadelo horrível, onde o Tom estava numa cama, rodeado de mulheres e gozava comigo.
Estava toda transpirada e as lágrimas caiam-me.
Eu: não aguento mais isto. – disse puxando os meus cabelos transpirados para trás.
Levantei-me, fui á cozinha e peguei numa faca enorme. Voltei para o quarto.